A mesa nasce da fazenda
Horta, pesca do dia, mel e ostras da casa, com os pratos do Orós assinados por Hervé Witmeur.
/// fotografado em Moréias
Farm to table
O que faz a mesa de Moréias não está na cozinha: está na fazenda que abastece a cozinha. Os pescadores da frente trazem o peixe do dia, que passa pelo mercado de peixe da casa; a horta cresce a metros do fogão; o mel vem das colmeias espalhadas pelas paisagens; e as ostras chegam do mangue do Coreaú com gosto de maré.

O Orós, por Hervé Witmeur
Para muitos, o melhor chef da região.
Belga, criado na cozinha do restaurante do pai, Hervé fez carreira em casas premiadas da Europa, como o L’Ecailler du Palais Royal. Escolheu o Nordeste, e ficou: é o nome por trás do La Cozinha, em Barra Grande, e do Éllo, em Jericoacoara, e mantém a própria agrofloresta, a La Reserva, que abastece o Orós com o que ele mesmo planta.
Sua cozinha vai do prato mais honesto à alta gastronomia, e sustenta a estadia inteira sem cansar, refeição após refeição. E a cozinha regenerativa vai além da mesa: prepara o ecossistema para receber mais vida.
O Orós, de palha e taipa, na beira da praia





A comida é um dos grandes pontos altos de Moréias.
Muita gente vem por causa dela.
A fazenda inteira na mesma mesa
As experiências de assinatura reúnem a fazenda pelo menos uma vez por semana.

Pratos da culinária local e a torra artesanal da castanha, numa mesa que reúne a fazenda inteira ao ar livre.

A noite mais despretensiosa da semana: forno aceso, massa esticada na hora e a vila em volta da mesa.
Quando a chuva chega, a panela cresce: a paella que junta a pesca da semana e todo mundo em volta.

O dia termina em rito: um petisco e uma bebida do Orós, e a luz baixando sobre o mar aberto.
O Orós recebe também quem visita
A mesa é da fazenda, mas não é só de quem mora ou se hospeda: o Orós está aberto ao público, com reserva. Fale com a casa e garanta seu lugar.




