O bangalô mais enxuto, a essência em escala íntima
Para quem quer o essencial: madeira, palha e a natureza a um passo. O volume único sobre palafitas abre a varanda direto para a duna.

/// fotografado em Moréias
Vinte e sete lotes de 1.503 a 2.890 m², com a maior distância possível entre as casas. Você compra o lote e ergue a sua casa, dentro da mesma gramática que protege o conjunto: madeira, palha e horizontalidade.

Não há asfalto, não há muros. As ruas são de areia, o cercamento é de madeira da região, e o paisagismo nativo dissolve os limites entre um lote e outro. Você atravessa a Morada de quadriciclo ou a pé, devagar.
A privacidade vem do espaço e da vegetação, não da barreira.
Na Morada você compra o lote e constrói a sua casa. A topografia generosa e o parque de dunas atrás fazem de cada terreno um lugar único — e cada família orienta a casa para onde o coração pedir: o mar, a duna ou a mata.
Telha de palha, madeira e horizontalidade — a gramática vernacular de toda a fazenda, agora à escala de um lote que chega a quase 3.000 m². Cada projeto passa pelo Comitê de Obras.


Energia solar, captação de água e tratamento próprio: a Morada nasce off-grid, leve sobre a terra. A infraestrutura desaparece na paisagem, e a casa funciona pelo sol e pelo vento que a cercam.
O sol e o vento fazem o resto.

A ocupação como pingos d’água:
cada casa faz a sua ondinha.
A gramática da Morada já construída, na luz quente do fim de tarde: as casas de Carlos Motta e Gui Mattos, e os interiores de Marina Linhares que as próximas casas vão herdar.
Você ergue a casa do seu jeito. E, para quem quiser um ponto de partida, cinco projetos inspiração criados para Moréias, com plantas e renders finais, para customizar junto ao arquiteto — todos na mesma gramática de palha, madeira e horizontalidade.








Paisagismo · Rodrigo Oliveira · Projeto técnico · Airton Pimenta e Marina Linhares
Referências de consulta criadas para Moréias, com chancela de autor. A casa final é sempre a sua, desenhada junto ao arquiteto.
Renders · imagens meramente ilustrativas
Para quem quer o essencial: madeira, palha e a natureza a um passo. O volume único sobre palafitas abre a varanda direto para a duna.
A mesma linguagem do bangalô-loft, com um quarto a mais. Os dois módulos se separam pelo deck, e a varanda se volta para a vista.
Dois pavimentos de madeira abertos para os coqueiros, na escala generosa que o lote da Morada permite. Cerca de 400 m² por piso.
O mesmo cuidado das doze casas do Vilarejo, agora em pavilhões abertos, com piscina-espelho e a beleza que transcende o tempo.
O telhado curvo traduz o repertório da DEF para a palha e a madeira da fazenda. Volume baixo e horizontal, assentado na mata.
Madeira clara, linho cru e cerâmica torneada. Os interiores seguem a mesma paleta da paisagem — nada que dispute com a luz que entra pelas venezianas. Peças de artesãos da região, têxteis naturais e a luz baixa: a decoração é a paisagem que entra em casa.
O essencial fica sempre do lado de fora.



Um lodge de madeira e palha, um deck sobre a água e a sombra para a tarde inteira: o lugar onde os vizinhos se encontram, com a duna logo atrás. O Convívio é exclusivo dos 27 lotes da Morada, com piscina de 25 metros.
Projeto em redesenho, com novas imagens a caminho.

O lote é seu. A casa nasce do seu jeito.
Conheça a implantação, as vistas e os projetos de autor com a equipe da casa.
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